Alessandro e Rodrigo, esta página é de vocês. O negócio de vocês tem um detalhe raro: o cliente não sabe o que precisa — ele só sabe que não pode errar. Aqui está como uma IA transforma sigla em português de gente, qualifica antes da visita técnica e devolve horas ao time.
Empresa fundada em 2017 que já tratou 27 milhões de quilos não cresce por sorte — cresce porque alguém segurou o processo de pé enquanto o volume dobrava. Uma IA treinada com os dados de vocês não substitui isso. Ela devolve as horas que hoje somem em pergunta repetida.
Abriu a empresa aos 23 anos, num setor em que quase ninguém entra por escolha. Hoje lidera 40 pessoas e três unidades — e a visão de ser a maior em soluções ambientais é dele.
É quem transforma crescimento em estrutura: processo, gente, controle. Enquanto a operação dobra, alguém precisa garantir que ela continue de pé — e essa é a parte mais difícil de todas.
O cliente raramente sabe se precisa de PGRS ou PGRSS, e quase nunca ouviu falar de CADRI nem de MTR. Essa conversa hoje consome o time. Aqui ela acontece sozinha — a IA faz o roteamento e separa os dois funis antes de consumir hora de vendedor.
Ela responde a dúvida que hoje chega por telefone dez vezes por dia e faz a qualificação antes de a conversa chegar ao time técnico. Sem integração nenhuma no primeiro dia — isso vem depois, quando fizer sentido.
A Vera explica sigla, entende o que a operação gera e direciona — sem nunca dar parecer. E porque vocês dois são do MBM 135, ela também é mentora da metodologia: toque numa dica para ela começar guiando, ou escreva do seu jeito.
💡 Prefere falar? Toque no botão de chamada no cantinho da tela — a Vera também conversa por voz.
Versão demonstração com respostas preparadas. A completa conecta um modelo de IA à base da Seven — qualificando o cliente antes da visita, no site e no WhatsApp. Ela explica e direciona; a definição técnica é sempre de vocês.
Cinco coisas que mudam tudo — e nenhuma delas é técnica. É só jeito de conversar.
Ninguém acerta sem contexto. Diga primeiro quem é o cliente e o que você quer — depois peça.
Ela obedece ao formato pedido. Se você não pedir, ela escolhe — e normalmente escolhe longo demais.
Não precisa recomeçar. Dizer o que ficou errado já muda a resposta seguinte — como corrigir alguém do lado.
O mesmo assunto muda inteiro conforme quem lê. Nomear a pessoa muda o tom e o conteúdo.
Quando a resposta não vier boa, devolva a pergunta. Ela sabe dizer que informação está faltando.
Dez minutos por dia. Sem instalar nada, sem estudar nada.
Um para cada — porque o desafio de vocês dois, hoje, é diferente.

Collins investigou o que separa a empresa boa da excelente. Duas ideias são incômodas de propósito: primeiro quem, depois o quê — escolher as pessoas antes da estratégia — e o Conceito do Ouriço.
É o livro sobre a travessia de boa para grande, que é literalmente o cargo dele agora: pegar 51% de crescimento e transformar em estrutura que aguenta a quarta unidade.

Escrito por alguém que também fundou muito cedo e teve que aprender no susto — as 33 leis que ele queria ter recebido prontas.
Trata exatamente do que ninguém ensina ao fundador de 23 anos que virou CEO de 40 pessoas: a parte humana de liderar, que não vem no plano de negócio.
Esta página foi construída com IA, a partir de informação pública. Ela é de vocês — de presente. Querem a Vera ligada na base real da Seven, qualificando cliente antes da visita técnica? É só chamar.
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