🎁 Página-presente · Fórum MBM 135 · Grupo 3 · Uberaba, 26–27 de julho de 2026
Alessandro Gonsales e Rodrigo Kioshi · Guarulhos, Jundiaí e Indaiatuba

Alessandro e Rodrigo, esta página é de vocês. O negócio de vocês tem um detalhe raro: o cliente não sabe o que precisa — ele só sabe que não pode errar. Aqui está como uma IA transforma sigla em português de gente, qualifica antes da visita técnica e devolve horas ao time.

♻️ 27 milhões de kg tratados🏢 2.500+ clientes📈 +51% em 2024📍 3ª unidade em Indaiatuba

Oito anos, três unidades

Empresa fundada em 2017 que já tratou 27 milhões de quilos não cresce por sorte — cresce porque alguém segurou o processo de pé enquanto o volume dobrava. Uma IA treinada com os dados de vocês não substitui isso. Ela devolve as horas que hoje somem em pergunta repetida.

2017nasce em Guarulhos, com o Rodrigo fundando aos 23 anos
2024+51% de crescimento e o reconhecimento em resíduo perigoso
2025terceira unidade em Indaiatuba, atendendo também Jundiaí
O fundador

Rodrigo Kioshi

Abriu a empresa aos 23 anos, num setor em que quase ninguém entra por escolha. Hoje lidera 40 pessoas e três unidades — e a visão de ser a maior em soluções ambientais é dele.

O administrador

Alessandro Gonsales

É quem transforma crescimento em estrutura: processo, gente, controle. Enquanto a operação dobra, alguém precisa garantir que ela continue de pé — e essa é a parte mais difícil de todas.

Mapa de conformidade

O cliente raramente sabe se precisa de PGRS ou PGRSS, e quase nunca ouviu falar de CADRI nem de MTR. Essa conversa hoje consome o time. Aqui ela acontece sozinha — a IA faz o roteamento e separa os dois funis antes de consumir hora de vendedor.

Converse com a Vera

Ela responde a dúvida que hoje chega por telefone dez vezes por dia e faz a qualificação antes de a conversa chegar ao time técnico. Sem integração nenhuma no primeiro dia — isso vem depois, quando fizer sentido.

A Vera explica sigla, entende o que a operação gera e direciona — sem nunca dar parecer. E porque vocês dois são do MBM 135, ela também é mentora da metodologia: toque numa dica para ela começar guiando, ou escreva do seu jeito.

💡 Prefere falar? Toque no botão de chamada no cantinho da tela — a Vera também conversa por voz.

♻️
Vera, assistente da Seven Resíduos● online agora
demonstração
Olá! Eu sou a Vera, assistente da Seven Resíduos. ♻️ Posso explicar o que é PGRS, PGRSS, CADRI e MTR em português de gente, entender que tipo de resíduo a sua operação gera e te direcionar para o time certo. Uma coisa eu já adianto: não emito parecer técnico nem interpreto norma — quem faz isso é a equipe da Seven. Por onde começamos?

Versão demonstração com respostas preparadas. A completa conecta um modelo de IA à base da Seven — qualificando o cliente antes da visita, no site e no WhatsApp. Ela explica e direciona; a definição técnica é sempre de vocês.

Como tirar o máximo da sua IA

Cinco coisas que mudam tudo — e nenhuma delas é técnica. É só jeito de conversar.

1

Fale com ela como fala com funcionário novo

Ninguém acerta sem contexto. Diga primeiro quem é o cliente e o que você quer — depois peça.

Na SevenEm vez de "escreve um e-mail", diga: "é para o comprador de uma indústria em Indaiatuba que nunca contratou destinação; escreve um primeiro contato curto explicando o que a Seven faz".
2

Diga o formato que você quer

Ela obedece ao formato pedido. Se você não pedir, ela escolhe — e normalmente escolhe longo demais.

Na SevenEm vez de "me explica CADRI", peça "explica CADRI em 3 linhas, para um dono de clínica que nunca ouviu a sigla, sem citar artigo de norma".
3

Corrija na hora

Não precisa recomeçar. Dizer o que ficou errado já muda a resposta seguinte — como corrigir alguém do lado.

Na Seven"Ficou técnico demais e parece que estou vendendo medo de multa. Refaz num tom tranquilo, focando em organização."
4

Diga quem é o cliente do outro lado

O mesmo assunto muda inteiro conforme quem lê. Nomear a pessoa muda o tom e o conteúdo.

Na Seven"É para o gerente de qualidade de uma metalúrgica, que já tem PGRS e só quer trocar de fornecedor" — resposta completamente diferente de "é para uma clínica pequena".
5

Pergunte a ela o que falta

Quando a resposta não vier boa, devolva a pergunta. Ela sabe dizer que informação está faltando.

Na Seven"O que você precisa saber da nossa operação para escrever isso melhor?" — e responda o que ela perguntar.

Seus primeiros 7 dias

Dez minutos por dia. Sem instalar nada, sem estudar nada.

  1. Dia 1Escolham uma tarefa que já fariam hoje de qualquer jeito — responder um pedido de orçamento — e peçam para a IA escrever primeiro. Comparem com o que vocês escreveriam.
  2. Dia 2Peçam a mesma explicação em três tamanhos: "bem curtinho", "médio" e "explicando tudo". Vejam qual serve para o WhatsApp comercial.
  3. Dia 3Contem quem é o cliente antes de pedir. Façam o teste: mesma pergunta, com e sem essa informação.
  4. Dia 4Corrijam uma resposta que não ficou boa — só dizendo o que incomodou. Reparem que ela ajusta na hora.
  5. Dia 5Peçam uma explicação de CADRI, MTR e PGRS em linguagem de leigo. Guardem a que ficar melhor: vira material de vendas.
  6. Dia 6Peçam as 10 perguntas que mais chegam a uma empresa de gestão de resíduos, com respostas curtas. É o começo do roteiro da equipe.
  7. Dia 7Olhem os seis dias anteriores e respondam: o que vocês repetiram mais? Agora vocês já sabem o que querem automatizar — é essa a conversa que a gente vai ter.

Os livros que o Pedro escolheu para vocês

Um para cada — porque o desafio de vocês dois, hoje, é diferente.

Para o Alessandro
Capa: Empresas Feitas para Vencer

Empresas Feitas para Vencer

Jim Collins · Alta Books

Collins investigou o que separa a empresa boa da excelente. Duas ideias são incômodas de propósito: primeiro quem, depois o quê — escolher as pessoas antes da estratégia — e o Conceito do Ouriço.

É o livro sobre a travessia de boa para grande, que é literalmente o cargo dele agora: pegar 51% de crescimento e transformar em estrutura que aguenta a quarta unidade.

Para o Rodrigo
Capa: O Diário de um CEO

O Diário de um CEO

Steven Bartlett · Intrínseca

Escrito por alguém que também fundou muito cedo e teve que aprender no susto — as 33 leis que ele queria ter recebido prontas.

Trata exatamente do que ninguém ensina ao fundador de 23 anos que virou CEO de 40 pessoas: a parte humana de liderar, que não vem no plano de negócio.

Gostaram do que viram, Alessandro e Rodrigo?

Esta página foi construída com IA, a partir de informação pública. Ela é de vocês — de presente. Querem a Vera ligada na base real da Seven, qualificando cliente antes da visita técnica? É só chamar.